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AudiotourEntre ruas e aldeias: a cultura indígena nos museus da cidade de Belo Horizonte

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    Quando da ocupação dos europeus às terras hoje denominadas Brasil, estima-se que 2 a 4 milhões de pessoas já habitavam estas terras: os povos autóctones. Pouco se sabe sobre suas etnias e as línguas faladas.

    Batizados pelo colonizador português, pelo nome genérico de “índios”, hoje seus descendentes se reduzem a 896 mil pessoas que se declaram ou se consideram indígenas, distribuídas por todo o território nacional.

    Esta drástica redução da população indígena brasileira se deve aos massacres, doenças, guerras, escravidão, anulação dos direitos e influências culturais impostas pelas sociedades colonizadoras ao longo dos séculos de contato entre índios e não índios.

    Algumas características da diversidade cultural dos povos indígenas os distinguem dos demais povos e sociedades brasileiras:

    A organização social se estabelece em torno da família e é marcada pela figura de um patriarca ou de uma matriarca. A família possui um papel socializador e educador.

    O bem-estar e os direitos da coletividade que prevalecem sobre o individual.

    A conservação de suas línguas e da tradição oral e os rituais como manifestação artística e maneira de vinculação com a natureza e à espiritualidade.

    Este “tour” tem como objetivo apresentar novas discussões, reflexões e conhecimentos sobre a cultura indígena brasileira nas escolas, como proposto na Lei 11.645/2008, por meio dos acervos, objetos museológicos e exposições dos museus da cidade de Belo Horizonte.

    A sua produção é a culminância da pesquisa de mestrado, que gerou a dissertação intitulada: A cultura indígena nos museus da cidade de Belo Horizonte.

    O roteiro foi confeccionado a partir das informações coletadas nos museus: Museu dos Brinquedos; Museu Mineiro; Museu de Artes e Ofícios; Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte; Centro de Memória da Justiça do Trabalho; Centro de Referência em Cartografia Histórica/Palacinho; Espaço do Conhecimento UFMG, acerca dos objetos, acervos e exposições que pertençam e/ou remetam à cultura indígena brasileira.

    A principal finalidade deste Roteiro Interpretativo: Entre ruas e aldeias: a cultura indígena nos museus da cidade de Belo Horizonte é que ele, por ser um produto educacional, seja utilizado por professores da educação básica.

  3. 1 Ruas e etnias: os povos indígenas em Minas Gerais. Centro de Belo Horizonte
  4. 2 Linguagem
  5. 3 A ciência dos povos indígenas. Museu de Artes e Ofícios / Espaço do Conhecimento
  6. 4 Trabalho. Museu Mineiro / Centro de Memória da Justiça do Trabalho / Museu de Artes e Ofícios
  7. 5 Cidadania. Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte
  8. 6 A infância indígena
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    Quando da ocupação dos europeus às terras hoje denominadas Brasil, estima-se que 2 a 4 milhões de pessoas já habitavam estas terras: os povos autóctones. Pouco se sabe sobre suas etnias e as línguas faladas.

    Batizados pelo colonizador português, pelo nome genérico de “índios”, hoje seus descendentes se reduzem a 896 mil pessoas que se declaram ou se consideram indígenas, distribuídas por todo o território nacional.

    Esta drástica redução da população indígena brasileira se deve aos massacres, doenças, guerras, escravidão, anulação dos direitos e influências culturais impostas pelas sociedades colonizadoras ao longo dos séculos de contato entre índios e não índios.

    Algumas características da diversidade cultural dos povos indígenas os distinguem dos demais povos e sociedades brasileiras:

    A organização social se estabelece em torno da família e é marcada pela figura de um patriarca ou de uma matriarca. A família possui um papel socializador e educador.

    O bem-estar e os direitos da coletividade que prevalecem sobre o individual.

    A conservação de suas línguas e da tradição oral e os rituais como manifestação artística e maneira de vinculação com a natureza e à espiritualidade.

    Este “tour” tem como objetivo apresentar novas discussões, reflexões e conhecimentos sobre a cultura indígena brasileira nas escolas, como proposto na Lei 11.645/2008, por meio dos acervos, objetos museológicos e exposições dos museus da cidade de Belo Horizonte.

    A sua produção é a culminância da pesquisa de mestrado, que gerou a dissertação intitulada: A cultura indígena nos museus da cidade de Belo Horizonte.

    O roteiro foi confeccionado a partir das informações coletadas nos museus: Museu dos Brinquedos; Museu Mineiro; Museu de Artes e Ofícios; Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte; Centro de Memória da Justiça do Trabalho; Centro de Referência em Cartografia Histórica/Palacinho; Espaço do Conhecimento UFMG, acerca dos objetos, acervos e exposições que pertençam e/ou remetam à cultura indígena brasileira.

    A principal finalidade deste Roteiro Interpretativo: Entre ruas e aldeias: a cultura indígena nos museus da cidade de Belo Horizonte é que ele, por ser um produto educacional, seja utilizado por professores da educação básica.

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  • Silvania Sousa do Nascimento

    5 out of 5 rating 06-02-2019

    Este foi um primeiro trabalho realizado a partir de uma pesquisa do Mestrado Profissional em Educação da UFMG. Muito esforço e dedicação para adaptar a linguagem a essa plataforma!